domingo, 18 de novembro de 2012

Alcançar o sucesso e perder o MEDO

Se eu perder o medo do medo, que me vai acontecer?
Medo é uma emoção própria de nossa natureza humana. Toda a gente tem medo. Medo de coisas grandes demais, rápidas demais, quentes ou frias demais. Medo do escuro, de elevador, de aranha, da cobra, da barata, de um rato, da altura, do avião, de ser traído, de ser decepcionado, de não conseguir, de falar em público, de não se casar, de casar e não dar certo, de não ser correspondido, de fantasmas, de morrer. Dizem que o medo do ridículo, de passar vergonha às vezes são maiores do que o medo da morte. Sabemos que o medo em algumas situações é benéfico pois nos leva a evitar situações muito perigosas, e fugir quando realmente é necessário. Mas na maioria das vezes nossos medos nos impedem de fazer muitas coisas, de alçar novos vôos rumo ao sucesso pessoal e profissional. Como posso vencer o medo? É possível vivermos sem medo? Baseando-se no livro de J. Maxwell, “Você faz a diferença”, o consultor organizacional Julio Eliseo Torres, escreveu especialmente ao Melhor a Cada Dia sobre o medo. Veja a seguir as considerações feitas por ele, e aprenda a viver, ousar e vencer apesar do medo. 

O que dizer do medo? Medo faz parte da condição humana, todos nós compartilhamos dele. Muitas vezes é a nossa atitude diante deste sentimento que faz a diferença em nossas vidas. O medo tem efeitos destrutivos, principalmente quando nos leva a acreditar em possíveis danos estatisticamente improváveis. A maioria dos medos existe somente em nossas mentes, não fazendo parte da realidade. Um dos efeitos desse sentimento é nos deixar paralisados, nos impedindo de realizar algo, não porque somos incapazes, mas porque simplesmente nem chegamos a tentar. O excesso de medo pode provocar a timidez, que pode ser definida como o desconforto e a inibição em situações de interação pessoal que interferem na realização dos objetivos. O medo consome nossa energia, nos enfraquece e nos impede de alcançar nosso potencial. A fé, pelo contrário, nos fortalece, nos ajudando a superar os obstáculos e realizar nossos intentos.

Como lidar com o medo?

Primeiro reconheça seus medos. Não podemos mudar algo que não reconhecemos como um problema. Conheço muitas pessoas que não reconhecem seus medos por teimosia ou por falta de autoconhecimento. Consequentemente, essas pessoas acabam por ficar limitadas pelos seus medos. As estatísticas indicam que 95% do que tememos não tem fundamentos, ou seja, perdemos a chance de sermos melhores por não arriscarmos em algo que provavelmente daria certo, sem confirmar qualquer tipo de perigo eminente!

Quando vivemos progressos sentimos um medo normal. Lembre-se de quando andou de bicicleta pela primeira vez, quando fez uma prova para exame, quando falou diante de um público desconhecido, em uma entrevista de emprego, ou quando tentou conquistar aquela garota dos seus sonhos. Em todas essas ocasiões seria normal sentir medo. Como é que você conseguiu lidar com ele? Provavelmente converteu seus medos em desejo de conquista. Lembro de pessoas que tinham medo da rejeição, e diante disso decidiram se especializar em como se relacionar com as pessoas. Você também pode converter seu medo em algo positivo. O que puder fazer faça! Concentre-se no que está ao seu controle. Se não puder controlar, apenas aceite como uma situação difícil da vida a qual todos estamos sujeitos.

Só tem que se preocupar com o dia de hoje, pois a felicidade é um estado e não uma conquista. Podemos apenas aprender com o passado, por isso não vale a pena ficar revivendo situações difíceis que nos marcaram e nos impediram até hoje de avançar. Projete seu futuro, mas não viva nele. Viva o hoje, o agora, desfrute das pessoas amadas, goste de você mesmo, experimente viver 100% do seu tempo. Viva como se fosse o último dia, e planeje como se fosse viver mil anos. Leve em consideração essas frases:

                                          Duas naturezas batem dentro de meu peito,
                                                    Uma é imunda, a outra abençoada.
                                                                Uma eu amo, a outra odeio;
                                                                        A que eu alimento dominará. (autor desconhecido)

Concluindo, alimente sua fé e não gaste seu tempo e sua energia com seus medos. Não viva se alimentando de fofocas, de noticias sensacionalistas, de pensamentos negativos. Alimente sua fé, pense em coisas boas, encare a vida com mais otimismo, acredite no seu potencial e com certeza irá conseguir alcançar seus objetivos. Não viva em função do medo, aprenda a dominar a ansiedade e assumir riscos razoáveis. Se hoje essa não é sua atitude, leia novamente este artigo, e se mesmo assim não funcionar, não hesite em procurar ajuda. Acredite mais em você, vença o medo e alcance o sucesso!
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sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Reeducar a Memòria da DOR pela Hipnose Clínica

Cardiologistas falaram de alteração de hábitos após acidente cardíaco. 

A "memória da dor", ou seja, lembrar de um evento negativo sofrido no passado, ajuda muitos pacientes a mudar de vida após um infarto. Mas, transcorrido um tempo, alguns voltam aos maus hábitos, esquecendo-se de que podem sofrer um novo acidente cardíaco em menos de 5 anos.
Recuperação cardíaca foi o tema do Bem Estar, que contou com a presença dos cardiologistas R. Kalil e N. Ghorayeb. Cerca de 8% das vítimas de infarto  morrem, e 30% não resistem a uma segunda ocorrência
A "memória da dor", ou seja, lembrar de um evento negativo sofrido no passado, ajuda muitos pacientes a mudar de vida após um infarto. Mas, transcorrido um tempo, alguns voltam aos maus hábitos, esquecendo-se de que podem sofrer um novo acidente cardíaco em menos de 5 anos.
Recuperação cardíaca foi o tema do Bem Estar, que contou com a presença dos cardiologistas R. Kalil e N. Ghorayeb. Cerca de 8% das vítimas de infarto  morrem, e 30% não resistem a uma segunda ocorrência.Reabilitação cardíaca 1 (Foto: Arte / G1)
O repórter R.Biazzi foi conhecer a história  de Munetsugu Kayo, que sofreu um infarto há três anos, mas parece que não se lembra mais disso. No início, ele até fez caminhadas e controlou a alimentação, só que com o tempo abandonou a rotina saudável. Três meses após o acidente cardíaco, Kayo retomou a vida focada apenas no trabalho.
Segundo Ghorayeb, férias são obrigatórias não só do ponto de vista do trabalho, mas também biológico, porque o corpo precisa descansar.
O médico explicou que, após seis meses, a maioria desiste de se cuidar - o que também ocorre com hipertensos e fumantes. De acordo com Kalil, as principais dicas para evitar um infarto são: controlar a pressão e a glicose, não fumar e seguir a medicação corretamente. Após 60 dias de um acidente, já é possível praticar atividades físicas.
Além disso, mau humor e tristeza podem aumentar os riscos cardíacos, disse Ghorayeb. Pessoas bem-humoradas tendem a evoluir melhor no tratamento e na recuperação.
Levar a sério a promessa de ter uma vida mais equilibrada e de qualidade não é tarefa fácil: exige persistência e muita força de vontade, tudo isso consegue com a colaboração e acompanhamento de um Profissional de Hipnoterapia credenciado.
Não hesite em contactar-me neste Blog ou em Facebook: Joâo De Almeida
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segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Arritmias. Tudo o que deve saber e o seu médico não lhe diz.

                        Arritmias cardíacas

As alterações do ritmo cardíaco podem produzir-se através de mecanismos fisiológicos sem qualquer consequência; porém, por vezes, resultam de doenças graves ou provocam graves consequências. 

Tipos e causas

Em circunstâncias normais, existe um centro situado na aurícula direita, o nódulo sinusal, que gera ritmicamente cerca de 60 a 100 estímulos eléctricos por minuto, os quais se propagam por vias de condução especiais, provocando a sequencial contracção das câmaras cardíacas. A arritmia é a alteração da frequência, da regularidade, do ponto de origem ou da trajectória dos ditos impulsos eléctricos.
De acordo com a frequência dos batimentos cardíacos, as arritmias classificam-se em dois grupos: as taquiarritmias, quando se ultrapassam os 100 batimentos por minuto, e as bradiarritmias, quando se produzem menos de 60 batimentos por minuto. As suas causas podem ter diversas origens e existem vários tipos de arritmia.
Taquiarritmias. As arritmias associadas a um aumento da frequência cardíaca podem ser de vários tipos.
Na taquicardia sinusal, a mais frequente de todas as arritmias, a frequência cardíaca supera os 100 batimentos por minuto, mas o ritmo mantém-se regular. Deve-se ao aumento da actividade do nódulo sinusal e costuma constituir uma resposta fisiológica normal perante circunstâncias em que o organismo requer uma maior assimilação de oxigénio e um consequente maior trabalho cardíaco, como acontece durante o exercício físico, as emoções intensas, o acto sexual, o stresse, etc.
As extra-sístoles auriculares são contracções isoladas das aurículas, que se traduzem por um batimento cardíaco irregular. Normalmente, produzem-se em pessoas saudáveis, após o consumo de bebidas alcoólicas, café ou tabaco.
Na taquicardia supraventricular, os impulsos eléctricos, por razões ainda pouco claras, não se originam no nódulo sinusal, mas sim noutros pontos das aurículas, situando-se a frequência cardíaca entre os 120 e os 200 batimentos por minuto, com um ritmo regular. Costumam ser situações passageiras, que se iniciam e param de forma brusca, o que se denomina de taquicardia supraventricular paroxística. Normalmente, afecta pessoas jovens e saudáveis, embora em alguns casos seja uma manifestação de outras anomalias.
Na taquicardia auricular, os impulsos eléctricos são originados de forma anómala em qualquer ponto das aurículas, que não o nódulo sinusal, e apresentam uma frequência de 250 a 400 batimentos por minuto. A frequência é tão elevada que nem todos os estímulos provocam a contracção dos ventrículos, o que torna o ritmo irregular. Esta arritmia pode incidir em pessoas anteriormente saudáveis, embora normalmente constitua uma manifestação de outras doenças cardíacas mais graves.
• Na fibrilhação auricular, as aurículas contraem-se continuamente até 500 batimentos por minuto, provocando contracções ventriculares irregulares e de magnitude variável.
• As extra-sístoles ventriculares são contracções espontâneas e isoladas dos ventrículos, que costumam ocorrer em pessoas saudáveis, especialmente após o consumo de bebidas ou substâncias estimulantes.
• A taquicardia ventricular é uma arritmia grave que afecta, sobretudo, pessoas que já apresentam problemas cardíacos. Nestes casos, os ventrículos podem contrair-se a um ritmo regular até 250 batimentos por minuto.
• A fibrilhação ventricular é uma arritmia grave, podendo surgir como complicação de um enfarte do miocárdio. Os ventrículos contraem-se de forma irregular e dessincronizada, impedindo o coração de exercer correctamente a sua função de bomba propulsora de sangue.
Bradiarritmias. A redução dos batimentos cardíacos também pode adoptar várias formas e com um significado diferente.
• Na bradicardia sinusal, o tipo mais frequente, a frequência cardíaca desce para menos de 60 batimentos por minuto, embora mantenha a sua regularidade. Na maioria dos casos, corresponde a uma resposta fisiológica normal do organismo perante diversas circunstâncias.
• O bloqueio cardíaco é a interrupção ou a passagem mais lenta dos impulsos eléctricos no seu percurso pelas vias de condução.
• A paragem cardíaca, que constitui uma verdadeira emergência médica, caracteriza-se pela ausência de contracções dos ventrículos e costuma apresentar-se como complicação de outras arritmias e de outras patologias cardiovasculares.

Sintomas e complicações

Na maioria dos casos, as arritmias não produzem manifestações, sobretudo as fisiológicas. Nos casos em que o fazem, os sintomas podem ser muito variados. Um dos mais habituais é a percepção dos batimentos cardíacos como uma sensação desagradável e incómoda, denominada de palpitações. Uma outra manifestação relativamente frequente é a dor torácica, que costuma adoptar características muito semelhantes às da angina de peito. Por vezes, também se produzem náuseas, alterações do equilíbrio ou, nos casos mais sérios, síncope ou perda momentânea de consciência.


Normalmente, as arritmias são passageiras e não provocam complicações. De qualquer forma, quando são graves, sempre que exista uma patologia cardiovascular subjacente ou quando persistem durante um período prolongado, podem afectar o funcionamento do coração, originando complicações graves.

Diagnóstico e tratamento

O seu diagnóstico costuma deduzir-se conforme os sintomas, em particular as palpitações. A auscultação cardíaca e a palpação do pulso arterial são muito importantes, pois permitem detectar as alterações da frequência e do ritmo cardíacos. A confirmação do diagnóstico e a determinação do tipo de arritmia costuma obter-se através de um ECG, poderá recorrer a um "especialista" em Pulsologia, como certos que são formados em Medicina Tradicional Chinesa. Por vezes, solicita-se um ECG ambulatório de 24 horas, pois permite registar a actividade eléctrica do coração ao longo de um dia de normal actividade do paciente. As arritmias ligeiras não costumam necessitar de tratamento.  Para reduzir os sintomas, por vezes, prescrevem-se medicamentos ansiolíticos ?!  e recomenda-se evitar o consumo de bebidas alcoólicas, tabaco e café. Para além disso, existem diversos medicamentos antiarrítmicos que são utilizados para normalizar a frequência e o ritmo cardíacos, como os digitálicos ou a quinidina (vamos devagar com esta molécula!). Nos casos de bloqueio grave, costuma ser recomendada a implantação de um pacemaker cardíaco. É possível reverter para ritmo sinusal uma fibrilhação ventricular ou tratar uma paragem cardíaca, através da aplicação de uma descarga eléctrica torácica, a denominada desfibrilhação.
Informações adicionais

Manobras antiarrítmicas 

A taquicardia supraventricular paoxística costuma afectar pessoas jovens e saudáveis, manifestando-se através de palpitações, por vezes acompanhadas por pequenas dores torácicas, que surgem subitamente e podem durar até ao momento em que param espontaneamente, entre poucos minutos a alguns dias. Este tipo de arritmia não costuma provocar complicações. De qualquer forma, existe uma série de manobras que o próprio paciente pode realizar, através das quais é possível diminuir a intensidade dos ataques. O denominador comum destas manobras é ao longo das mesmas produzir a estimulação do nervo vago, cuja actividade reduz a frequência cardíaca. As mais simples, embora por vezes eficazes, são:

Repetirei mil e uma vezes o papel importante da respiração Tóraxica, Diafragmàtica e Abdominal.
•    Inspirar e manter o ar durante vários segundos.
•    Tomar um golo de água fria.
•    Submergir a cara em água fria.
•    Assoar o nariz, mas mantendo as fossas nasais tapadas.
•    Adoptar bruscamente uma posição horizontal.
    
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quinta-feira, 25 de outubro de 2012

As tempestades solares podem salvar a humanidade

Afirma o Cientista alemão Dieter Broers

 
O cientista e biofísico alemão Dieter Broers possui mais de 30 anos investigando os efeitos dos campos eletromagnéticos nos seres humanos, e é um dos poucos que tocaram no tema de 2012 com uma visão realista, científica, e com uma boa dose de esperança.
Broers descobriu que as perturbações significativas nos campos eletromagnéticos que rodeiam os seres humanos podem criar estados mentais similiares aos provocados pelas drogas alucinógenas ou experiências místicas.

A alteração de nossos campos eletromagnéticos produzida pelas “explosões solares” ou “tempestades solares” previstas para 2012, afetaria a nossa consciência e a percepção da realidade. Poderíamos experimentar, em dias de alta atividade solar, alucinações e estados mentais extremamente desconcertantes ou prazerosos.
Para Broers, o importante destes estados mentais, que poderiamos chamar alterados, talvez semelhantes aos da Hipnose, é que nos permitiriam entender a crise global que vive o planeta como o sintoma de uma doença que pode ser curada.

Agora Imagine isto. Você vai á rua para buscar trabalho e para em frente a um quiosque de jornaisl. Súbitamente, as fotos cobram vida e começam a falar com você. Primeiro você e assusta-se, e pensa que está ficando louco, mas logo  aceita isso e estabelece um diálogo. A conversa  leva -o por caminhos desconhecidos e pontos de vista que nunca antes havia percebido. Prontamente, você percebe que a humanidade está mal, que está doente, e entende por quê e como isso pode ser  solucionado.

Graças às reflexões coletivas que teria a humanidade neste estado, produto da perturbação de nossos campos eletromagnéticos provocada pelas tempestades solares, chegariamos a encontrar a cura para a crise global que enfrenta a nossa sociedade.

Em seu livro “Revolução 2012” Dieter Broers  alerta nos sobre as tempestades solares: “Os eventos que o Cosmos guarda para nós em 2012 poderiam comparar-se a receber um copo de sumo onde alguem despejou um pouco de LSD ou ácido lisérgico sem o nosso conhecimento.”

As tempestades solares de 2012 têm um lado positivo, e de alguna forma, de esperança. Broers sustenta que as alterações no campo magnético da Terra, provocadas pelas tempestades solares, alterarão a nossa percepção do tempo e da realidade e, dependendo de nossa preparação, produzirão em nós experiências do tipo místico, mudanças de consciência, alucinações e talvez, poderes mentais.

O súbito incremento da atividade solar nas últimas semanas, evoca uma análise mais detalhada dos trabalhos do cientista alemão.

Em que se baseia Dieter Broers para suas teorias sobre as tempestades solares?

Alguns experimentos realizados por Broers o levaram a descobrir que o estado de consciência de uma pessoa pode ser alterado expondo o cérebro a sugestôes Hipnóticas ou a campos eletromagnéticos de certa intensidade. De acordo con suas investigações, um campo magnético normal nos permite manter um estado de consciência normal e uma percepção do tempo normal. Por outro lado, um campo magnético severamente anormal ou a ausência dele, provoca estados mentais alterados e uma distorsão da nossa percepção do tempo.

Para Broers, quem têm trinta anos a investigar este campo da ciência, o efeito das perturbações geomagnéticas criadas pelas tempestades solares é similar aos efeitos das drogas alucinógenas. Quando somos expostos a este tipo de campos magnéticos, nosso cérebro produz uma série de substâncias ( não sei quais!) que são as que geram essas alucinações ou distorsões da realidade e do tempo.

“Os estados mentais alterados são provocados pelos processos neuroquímicos e pela produção de substâncias psicoativas ou alucinógenas. Sob certas condições, o cérebro é capaz de produzir o que poderiamos chamar substâncias ilegais.“

As tempestades solares dos próximos anos poderiam fazer com que nossos cérebros gerem substâncias capazes de criar fortes alucinações. Estas alucinações serão totalmente reais para a pessoa que as experimente e afetarão nossos sentidos de diferentes formas: o tempo parecerá mover-se mais lentamente, veremos presenças estranhas, ouviremos vozes, perceberemos forças invisíveis e sentiremos uma poderosa união com o universo que nos rodeia.

Ilustração da capa do livro e o documentário “Revolução 2012″ de Dieter Broers.


Dieter Broers diz que as tempestades solares de 2012 e de 2013 provocarão não só estados alterados desconcertantes senão estados extremamente prazerosos que alguns poderiam denominar de “iluminação”, como o que experimentaram Moisés, Joana D’Arc, e Pablo de Tarso.

Nem todos sentiremos o mesmo, ou reagiremos da mesma forma. Algumas pessoas experimentarão paz e euforia enquanto que outros passarão por momentos de agressividade e depressão. O fator determinante para ter uma experiência negativa ou positiva será o medo. Enquanto que uma pessoa poderia escapar aterrorizada ante uma presença estranha, outra poderia entender que essa presença é parte de sua consciência, e outra poderia estabelecer um diálogo com a misteriosa presença sobre as orígens da vida. Por isto, Broers aconselha que preparemos nossas mentes meditando.

“Inclusive se você têm dúvidas sobre que tipo de “iluminação” poderá experimentar, deveria, não obstante, começar a meditar o mais breve possível, para que possa experimentar estes estados alterados de consciência num estado receptivo”.
Se estamos predispostos, não haverá medo, e se estivermos num estado receptivo poderemos aproveitar a experiência. Dependerá de nós que essas alucinações se convertam em momentos de “iluminação espiritual”.

Para que servem todas estas alucinações? O que têm de positivo tudo isto?

Segundo Broers, muitos pacientes foram tratados com exito, usando os efeitos dos campos eletromagnéticos no cérebro. A terapia, também chamada “terapia de mega-ondas”, consiste em administrar campos eletromagnéticos, idênticos aos que encontramos na natureza, através de dispositivos colocados na cabeça dos pacientes. Esta terapia teve uma altíssima porcentagem de cura ( exitos?) graças ao fato de que pela primeira vez, os pacientes são capazes de entender a causa de seu problema.

A mesma terapia aplicada a pacientes sãos ou sem problemas, fez com que experimentassem um estado de consciência alterado que lhes permitiu ver a realidade e as coisas deste mundo, num contexto muito maior.

Segundo Broers, uma tempestade solar de elevada magnitude afetaria coletivamente nossos cérebros e poderia ajudar a que tomemos consciência do dano que estamos fazendo ao planeta, e que tomemos ações para reverter a situação.

“Estas descobertas também podem aplicar-se à situação atual do mundo. Se vemos a crise global como o sintoma de uma doença e olhamos profundamente dentro de nós, seremos capazes de identificar a causa atual desta doença. Enquanto nossos esforços para nos salvar se centrem nos sintomas de nossa condição, não encontraremos uma cura verdadeira. Só poderemos salvar o planeta se reconhecermos, primeiro, a verdadeira causa da doença. Este tipo de reconhecimento pode ser obtido através da influência de campos eletromagnéticos. Se, por exemplo, cada ser humano na Terra fosse exposto a estes campos eletromagnéticos, uma consciência coletiva nasceria nos seres humanos.”

Esta exposição coletiva da humanidade a campos eletromagnéticos da que fala Broeck, poderia ser provocada por uma forte tempestade solar nos próximos anos. O cientista alemão acredita que uma série de tempestades solares de alta magnitude não só provocará experiências místicas ou alucinações e mudanças de consciência sobre o dano ao planeta, senão que também, poderia colocar em funcionamento partes do cérebro que nunca utilizamos.

“Estou convencido que atualmente nos encontramos no meio de um processo que compreende a restruturação de nossas redes neuronais, e que o catalizador deste processo é a elevada atividade solar-geomagnética cujas consequências são temidas por tanta gente. Porém, todos os fatos e descobertas, apontam à inegável conclusão de que a evolução nos permitirá, pela primeira vez na história humana, usar o enorme potencial de nossos cérebros.”

Para Broers, os humanos usam uma ínfima parte do cérebro, ele sustenta que é como se usássemos a área de uma partícula de pó quando dispomos de um casarão  de quinhentos quartos.

Umas quantas tempestades solares de elevada magnitude poderiam ser suficientes para alterar nossa realidade. As alucinações seriam o primeiro sinal de que estamos usando novas áreas de nosso cérebro. O que virá depois é terreno desconhecido. Poderes mentais? Telepatia? Propriedades quânticas? Realidades paralelas? Outras dimensões?


Dieter Broers afirma que as alterações no campo magnético da Terra produzirão não só uma mudança de consciência senão que nos ajudará a utilizar o verdadeiro potencial do cérebro humano.

“Em vista do fato que os campos eletromagnéticos podem ajudar a um paciente a identificar a causa de uma doença, é muito possível que as forças eletromagnéticas do cosmos possam fazer que a raça humana perceba a doença que ataca o nosso planeta. As condições para uma expansão de consciência estão dadas.”

Tomara que não presisemos ser golpeados por uma tempestade solar gigantesca para começar a reverter a crise do planeta. Embora a esta altura, parece que só algo assim de radical nos fará mudar de rumo.

O blog espera que as tempestades solares dos próximos meses e anos ampliem nossa consciência e, de uma vez por todas, nos remeta a um período de evolução num campo diferente ao tecnológico, o espiritual, e não me refiro a religião.

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

O que é a Hiperatividade

 Não confundir a Hiperatividade com o Sindrome de Tourette

 Talvez que a única coisa errada na Hiperatividade é não saber que a tem e não saber como aproveitar os pontos positivos
Vou começar por lhe dizer que a Hiperatividade não é falta de concentração por falta de empenho ou um comportamento indisciplinado resultante da educação dada pelos pais.
Se os pais de crianças sem Hiperatividade se empenhassem da mesma forma que os pais de crianças Hiperativas na educação dos seus filhos, todos eles seriam uns génios, super bem educados e extremamente organizados.
Educar ou viver com alguém com Hiperatividade é um desafio enorme e os familiares, amigos e colegas de pessoas com Hiperatividade deveriam de receber o devido mérito.
A Hiperatividade também não é uma condição psicológica que se uma pessoa realmente quisesse era pontual e organizada ou que passa com a ajuda dum psicólogo.
Pedir a uma pessoa Hiperativa para se concentrar e organizar é a mesma coisa que pedir a uma pessoa com miopia para se esforçar mais e tentar ler sem óculos ou pedir a um coxo para correr mais depressa.
É impossível e está fora do controlo da pessoa com Hiperatividade.

A Hiperatividade é uma condição física que se caracteriza pelo sub-desenvolvimento e mau funcionamento de certas partes do cérebro, nomeadamente:

  • Lobos Frontais
  • Corpo Caloso
  • Gânglios da Base ou Núcleos da Base
  • Cerebelo
  • Sistema Dopaminérgico – Falta de e/ou Recaptação Precoce da Dopamina
  • Sistema Noradrenérgico – Falta de e/ou Recaptação Precoce da Noradrenalina
Mas também pela menor e menos eficaz atividade elétrica,  menor circulação sanguínea no cérebro e má gestão da glucose que é o principal combustível do cérebro.
Tudo isto leva a que haja uma má comunicação entre neurónios, má comunicação e falta de sincronização entre as várias partes do cérebro.

A Hiperatividade é uma condição que apresenta 3 sintomas:

  • Desatenção ou Distração
  • Hiperatividade
  • Impulsividade

 Tem 3 sub-tipos:

  • Predominantemente Desatento
  • Predominantemente Hiperativo
  • Combinado Desatento + Hiperativo – O mais comum
A Hiperatividade é atualmente a “desordem mental” mais diagnosticada em crianças, estimando-se que 5 a 10% de todas as crianças sejam Hiperativas.
As estatísticas indicam que cerca de 40% das crianças diagnosticadas deixam de ter sintomas durante a adolescência ou seja o cérebro, com a ajuda de fatores ambientais, “encontra o caminho” para o normal desenvolvimento.
O que significa que os outros 60% vai continuar a ter os sintomas da Hiperatividade durante a vida adulta.
A maior parte dos adultos Hiperativos não sabem que a têm porque sempre se pensou que a Hiperatividade desaparecia durante a adolescência
Em muitos casos não é muito evidente porque a pessoa desenvolveu estratégias para lidar com e minimizar as consequências dos sintomas.

Percentagem da Hiperatividade Entre os Sexos

Em relação à percentagem entre os sexos, parece não existir um consenso.
Alguns estudos apontam para 80% do sexo masculino e 20%, outros apontam para que seja uma percentagem igual.
Eu pessoalmente, acredito num valor a rondar os 60% sexo masculino e 40% sexo feminino por 2 razões:
  1. A vertente da impulsividade, que representa um comportamento com maior expressão exterior à pessoa, está mais presente/é mais visível nos rapazes dai a percepção de haver mais Hiperativos do sexo masculino
  2. As crianças, adolescentes e adultos do sexo feminino são condicionadas pela família e sociedade para terem comportamentos mais discreto e serem mais recatadas, logo disfarçando os sintomas da Hiperatividade
Mas a maioria das crianças, adolescentes e adultos com Hiperatividade têm outro tipo de desordem em simultâneo a que se dá o nome de co-existências.
As desordens que normalmente podem co-existir com a Hiperatividade são:
  • Comportamento perturbador, destabilizador e/ou desafiante
  • Doença Bipolar
  • Depressão
  • Ansiedade
  • Dependência de Álcool ou Drogas
  • Dificuldades de Aprendizagem
  • Síndroma de Tourette
Se quer  agendar uma Sessão Gratuita e obter mais respostas para as suas dúvidas e  questões sobre a Hiperatividade
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Terei todo o gosto em ajudar.

terça-feira, 17 de julho de 2012

O que são CÓLICAS

Cólica intestinal
Caracterizada por Dores de forte intensidade, as cólicas intestinais acontecem na região abdominal e são acompanhadas principalmente por diarréias e espasmos intensos, como se algo estivesse “se torcendo” dentro do abdome. É no intestino delgado que os alimentos são selecionados para absorção. O que não é aproveitado é empurrado na direção do intestino grosso, através do movimento peristáltico, involuntário e progressivo, próprio dos órgãos ocos que, por meio dessas contrações coordenadas e sucessivas, empurra o bolo alimentar para a frente. No intestino grosso se processa especialmente a absorção da água. A velocidade com que isso ocorre depende do tipo de alimentação. Alguns alimentos aceleram o processo e lesam a mucosa, causando diarréia. Outros retardam o trânsito dos alimentos. Comer em excesso pode alterar essas contrações (peristaltismo), que perdem a regularidade e se tornam espasmódicas, causando as cólicas intestinais. Nos recém-nascidos, é completamente normal que aconteçam cólicas intestinais como conseqüência da imaturidade do controle intestinal e do desconforto causado pela não eliminação dos gases produzidos pela fermentação do leite ingerido. Esses gases acabam presos no intestino, causando distensão e dor = a cólica. Começa por volta da segunda semana de vida e desaparece por volta do terceiro mês. O fator emocional, tanto em adultos como em bebês, é importantíssimo. Nos recém-nascidos, quanto mais importância os pais dão à cólica, mais inseguros e angustiados ficam os bebês e mais forte e presente a cólica se torna, prevalecendo esta memória por longos anos. Nos adultos,  muitos dos casos de crises de cólicas intestinais são desencadeadas por situações de estresse, angústia e ansiedade. O tratamento inclui o uso de medicamentos como os antiespasmódicos, para relaxar a musculatura lisa da parede do intestino, regularizando as contrações espasmódicas. Se o seu intestino não funciona bem, não veja isso como algo natural. Se as fezes apresentam sangue ou muco, não perca tempo. Procure o mais rápido possível atendimento médico.

GASES INTESTINAIS,CÓLICAS,MUCO E FEZES ALTERADAS

Cerca de 50% dos pacientes que procuram atendimento gastroenterológico sofrem de problemas funcionais, ou seja, não apresentam lesão orgânica no aparelho digestivo demonstrável pelos métodos propedêuticos atuais. Entre as doenças funcionais, a síndrome do intestino irritável (SII) é a mais freqüente.
Trata-se de uma alteração da motilidade do tubo digestivo caracterizada clinicamente por anormalidades do hábito intestinal (obstipação e/ou diarréia) e dor abdominal, na ausência de patologia orgânica demonstrável.
Embora a terminologia (SII) sugira alterações limitadas aos intestinos, todo o trato digestivo pode ser afetado do ponto de vista motor.
Recentemente, numa reunião internacional em Roma, estabeleceu-se um consenso para o diagnóstico da SII, conhecido como Critérios de Roma II.São eles:
1. presença em pelo menos 12 semanas (não necessariamente consecutivas), durante os últimos 12 meses, de desconforto ou dor abdominal com duas de três características:
a. alívio com a defecação;
b. início associado à alteração na freqüência das evacuações (mais de três vezes/dia ou menos de três vezes/semana);
c. início associado à alteração na forma (aparência) das fezes (fezes endurecidas, fragmentadas, em “cíbalos” ou “caprinas” e fezes pastosas e/ou líquidas).
2. vários sinais e sintomas foram apontados como elementos de reforço ao diagnóstico da SII:
a. esforço excessivo durante a defecação;
b. urgência para defecar;
c. sensação de evacuação incompleta;
d. eliminação de muco durante a evacuação;
e. sensação de plenitude ou distensão abdominal.
Os pacientes com SII com predomínio de diarréia apresentam mais de três evacuações/dia, fezes líquidas e/ou pastosas e necessidade urgente de defecar. Já os com SII com predomínio de obstipação (ou constipação) evacuam menos de três vezes/semana, as fezes são duras e fragmentadas (fezes em “cíbalos” ou “caprinas”), e realizam esforço excessivo para evacuar (evacuações laboriosas).

Aprenda a Relaxar se, Medite ou consulte um RELAXOLOGO ou HIPNOTERAPEUTA.

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segunda-feira, 16 de julho de 2012

Celebre o Seu RENASCER

Terapia Holistica de Auto desenvolvimento e Transformação Pessoal
Finalidade:
 Dissolver Traumas e Padrôes (consciente e inconsciente) adquiridos desde a Concepção até ao dia actual.
Conectando o Divino que há em Si, Voçê aprenderá a utilizar a respiração Consciente e Conectada, desenvolvendo a sua Criatividade Positiva.
Esta Terapia do RENASCER pode ser feita em grupo ou individual, com casais ou familias e em todas as idades.
Este compromisso é de um ano com o seu Ser interno e com a Vida.
Cada mês ofereça se este presente a si Mesmo.
Ligue 966583121 ou 919136171
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