segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Aprender a Ser Feliz

Ser feliz é uma Arte.
Acorde todas as manhâs com um sorriso. Esta é mais uma oportunidade que voçê tem de ser feliz. Seja seu motor de ignição.
O dia de hoje jamais voltará. Não o desperdice! Pois voçê nasceu para ser feliz. Enumere as boas coisas que voçê tem na vida.
Ao tomar consciência do seu valor, voçê pode e será capaz de ir em ir em frente com mais força.
Coragem e confiança, trace objectivos para cada dia. Voçê vai conquistar o seu arco iris. Trace um dia de cada vez.
Seja paciente! Não se queixe do trabalho, do tédio e da rottina, pois é o seu trabalho que o mantem alerta, em constante movimento pessoal e profissional, além disso ajuda a manter a dignidade
Acredite! O  seu Valor está em Voçê Mesmo.
Seja FELIZ.! Isso Só depende de Voçê. SORRIA!    

Labirintite? Tontura? Meniére? Inflamação, compressão ou hipoglicemia?


O ser humano consegue manter o equilíbrio porque seu cérebro recebe um conjunto de informações que processa para definir qual é a posição dela no espaço. Quais são essas informações? São informações tácteis, essas percebidas pela pele e que chegam através dos músculos e articulações, as ópticas (por isso quando fechamos os olhos podemos perder a noção do equilíbrio) e as auditivas que vêm através dos sons.Para entender melhor o que é labirintite, uma doença que pode comprometer o equilíbrio, é preciso conhecer um pouco a anatomia do ouvido interno, atrás da membrana do tímpano. Ele é constituído pela cóclea, uma estrutura enovelada semelhante a um caracol que contém as terminações do nervo auditivo, e por três canais semicirculares. Logo abaixo deles está o vestíbulo. Todas as células que revestem essas estruturas têm a característica de receber as ondas sonoras que fazem vibrar o tímpano e, identificando essas vibrações, transformá-las em estímulo nervoso, em sinal eléctrico que através do nervo auditivo alcança o cérebro onde são descodificados os impulsos recebidos.Quando essas estruturas sofrem processos inflamatórios, infecciosos, destruições ou compressões mecânicas podem provocar os sintomas próprios da labirintite.


Sintomas

A labirintite é uma doença que pode acometer tanto o equilíbrio quanto a parte auditiva. Os órgãos responsáveis pelo equilíbrio e pela audição estão situados dentro do ouvido interno e se comunicam com o sistema nervoso central através dos nervos da audição e do nervo vestibular. Doenças infecciosas, inflamatórias, tumorais e mesmo alterações genéticas podem ocasionar alterações nessas estruturas anatômicas. Essas patologias podem provocar sintomas como vertigem e tonturas.

Dúvidas freqüentes:

Então qual é a diferença entre vertigem e tontura? Vertigem vem do latim “vertere” e quer dizer rodar. A definição clássica de vertigem é alucinação do movimento. Tontura admite outras definições. O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.

Quais os  sintomas que diferenciam a crise de labirintite da tontura comum que a pessoa sente porque se alimentou mal, por exemplo?
Na vertigem, o indivíduo vê os objetos do ambiente rodarem ao seu redor ou seu corpo rodar em relação ao ambiente. Pode parecer a mesma coisa, mas não é. São duas manifestações diferentes. Uma é subjetiva e a outra, objetiva. Esses sintomas, associados ou não a náuseas, vômitos, sudorese caracterizam a crise labiríntica típica. Sentir-se mal e ter a sensação de desmaio podem ser sintomas de hipoglicemia, de hipotensão ou de uma síncope e nada têm a ver com o labirinto. É o caso do indivíduo que vai à igreja, por exemplo! sem comer, fica sentado muito tempo na mesma posição, tem uma queda nos níveis de açúcar e sente-se mal, com náusea.

Além de sentir as coisas a girar, que outras características tem a labirintite?
Além da vertigem, a labirintite pode apresentar manifestações neurovegetativas, ou seja, na fase aguda a doença pode ser acompanhada por náuseas, vômitos, sudorese e até por alterações gastrintestinais. Ela pode também estar associada a manifestações auditivas, como perda de audição, sensação de plenitude auditiva (sensação de ouvido cheio ou tapado), zumbido. Trata-se de manifestações audiovestibulares que podem acompanhar a crise de vertigem, embora nem isso nem o inverso sempre aconteça.No entanto, existem quadros completos que ocorrem, por exemplo, na Síndrome de Ménière, uma doença comum cujas principais características são crise vertiginosa acompanhada de surdez fluctuante, zumbido e alterações neurovegetativas, como náuseas, vômitos, mal-estar e diarréia, que impedem o paciente de locomover-se, de movimentar-se.

A Labirintite em criança existe, mas é pouco freqüente.
Qual a relação entre labirintite e idade?
A labirintite incide mais na idade adulta a partir dos 40 ou 50 anos, decorrente de alterações metabólicas e vasculares. Níveis aumentados de colesterol, triglicérides e ácido úrico podem acarretar alterações dentro das artérias, alterações essas que diminuem a quantidade de sangue nas áreas do cérebro e do labirinto.

Como agem os medicamentos usados para tratar labirintite?Há vários tipos de medicamentos. Há os vasodilatadores que facilitam a circulação sangüínea porque melhoram o calibre dos vasos muitas vezes reduzido pelas placas de ateromas. Existem os labirinto-supressores, drogas que suprimem a tontura através de sua acção no sistema nervoso. Existem, ainda, aqueles que actuam sobre outros sintomas, suprimindo a náusea, o vômito e o mal-estar.

Sem tratamento, quanto tempo a crise costuma durar?Dependerá do tipo da doença. A fase aguda pode durar de minutos ou horas a dias conforme a intensidade da crise. Geralmente na doença de Ménière, caracterizada por vertigem com náuseas, vômitos, perda auditiva e zumbido, é necessário sedar o paciente, porque na maior parte das vezes a crise é desencadeada pelo estresse. Nesse caso, elas podem ser mensais, anuais ou desaparecerem por dois ou três anos.

As crises podem ter alguma relação com a prática de exercícios físicos?O exercício físico provoca um desgaste, pois queima muitas calorias. Se a pessoa fizer exercício sem um preparo prévio adequado, por exemplo, sem ingerir alimentos que mantenham a taxa de glicose no sangue em bom e optimo nível, em decorrência da hipoglicemia pode ter queda de pressão, alterações no sistema vestibular, tontura, mal-estar e desequilíbrio.

A pessoa que tem crises com determinada freqüência, além de tomar remédios, o que deve fazer para evitá-las?Geralmente essa pessoa sabe quais são os factores que desencadeiam as crises. Ela  mantém-se em equilíbrio por informações que partem do labirinto e vão para o cérebro. São informações visuais, táteis ou que partem de seus músculos e articulações. Quando ocorre uma informação errada no cérebro, o indivíduo tem tontura, tem vertigem. Às vezes, são factores visuais. Há pacientes que não podem ver objetos em movimento, nem mesmo a movimentação das imagens na televisão ou na tela do computador.

Jornais, rádio e televisões não contam a verdade.Faça a seguinte pergunta sobre qualquer informação: Quem beneficia com isto?

Vastarel" (trimetazidina): inútil e perigoso.

O "Vastarel" (trimetazina) está comercializado há mais de 45 anos com indicação cardiaca (no angor), oftalmológica (nas alterações visuais d'origem vascular e neurológica (na vertigem e zumbidos). 

Apesar da sua eficácia nunca ter sido demonstrada, apresenta númerosos efeitos secundários com destaque para o risco de indução do sindrome de Parkinson.


Em 2004, em Espanha, uma serie de sindromes de Parkinson foram assinalados induzidos pelo medicamento, tendo regredido após a paragem do "Vastarel".


Em França até 2008, foram resgistados mais de 300 casos de efeitos secundários. Além dos sindromes extrapiramidais (Parkinson, alterações da marcha, tremores) como em Espanha, foram também descritos baixa das plaquetas.


Durante muito tempo, e ainda actualmente, o "Vastarel" foi considerado um medicamento inócuo, dado que era frequentemente receitado a pessoas idosas, os seus efeitos secundários foram menespresados dado que essa mesmo população sofre muitas vezes do sindrome de Parkinson.


A Comissão de Transparencia da Alta Autoridade da Saúde Francesa examinou em maio de 2006, todos os estudos disponíveis do tratamento da baixa da acuidade visual d'origem vascular na qual a trimetazidina ("Vastarel") está preconizada, a conclusão é que este não tem efeito demonstrável. Também examinou outra das indicações da trimetazidina no tratamento das vertigens e acufenos, tendo chegado que os resultados são sobreponíveis ao placebo.


Dada a ausência de interesse terapêutico e o risco de efeitos secundários graves, o "Vastarel" deveria ser retirado do mercado.



quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Reabilitação Labirintica Personalizada

Apresento alguns exercícios, específicos para cada caso, têm o intuito de restabelecer o equilíbrio (e eliminando a tontura) por meio de movimentos repetidos e disciplinados de olhos, cabeça e corpo, reajustando as relações entre os sinais visuais, sensações táteis e labirínticas. O tratamento, inicialmente, é aplicado por um especialista em consultório. Após orientação o paciente inicia um programa de exercícios em casa




Bom treino!

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Juro por Apolo, médico, Asclepios... mas nunca para fazer o mal e a injustiça

O que vem a ser iatrogenia?

O termo iatrogenia vem do grego e refere-se a qualquer alteração patológica provocada no paciente pela má prática médica. Infelizmente, o risco de sua ocorrência convive constantemente no manuseio das doenças cardíacas. Podem ser considerados dois tipos de iatrogenia: iatrogenia de ação, ou decorrente da ação médica, e iatrogenia de omissão, relacionada à falta de ação do médico. As iatrogenias ocorrem em todas as fases do ato médico, desde a relação com o paciente, passando pelo diagnóstico, tratamento, até a prevenção das doenças. O presente artigo comenta sómente as iatrogenias no campo das doenças cardíacas e não cita outros exemplos e nem como ocorrem.
Válá. Pesquisem mais um bocadinho

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Dicas para Tontura, zonzeira e labirintite.

 Uma das anomalias mais comuns em todo mundo, a tontura ver zonzeira, atinge cerca de 40% da população adulta
          Esta é uma das anomalias mais comuns em todo o mundo. Ela atinge cerca de 10% da população mundial de ambos os sexos. Embora sua ocorrência seja mais comum em adultos e idosos, crianças e adolescentes também sofrem desse distúrbio. A tontura pode se manifestar mesmo antes dos sintomas de uma doença qualquer. Mais de 40 % dos adultos de acordo com o geriatria e gerontólogia relatam que já sentiram tontura em algum momento de suas vidas.
         As causas da tontura estão geralmente ligadas a disfunções na orelha interna (labirinto) ou no sistema nervoso central. Elas podem estar situadas, também, em outros órgãos do corpo. O sistema vestibular (nervo encarregado de levar informações de equilíbrio ao cérebro) é muito sensível à influência de distúrbios no corpo.
De acordo com alguns Drs, o equilíbrio é uma função sensório-motora que tem como objetivo estabilizar o campo visual e manter a postura erecta. Através da integração das informações provenientes dos músculos e articulações nos núcleos vestibulares sob a coordenação do cerebelo, é possível manter o equilíbrio.
         Quando há conflito na integração das informações destes três receptores, surge a sensação de perturbação do equilíbrio corporal, causando tontura, também chamada tonteira, zonzeira ou atordoação. Ela se caracteríza por uma percepção errônea, uma ilusão ou alucinação de movimento, uma sensação de desorientação espacial dos tipos rotatório (vertigem) ou não rotatório (instabilidade, flutuação, oscilação), desequilíbrio e distorção visual (oscilopsia). A perda auditiva, dificuldade de entendimento, zumbido, sensação de pressão no ouvido e incômodo com sons geralmente estão também associados com a tontura.
         O geriatra e gerontólogo explica que o desequilíbrio corporal pode ser causado por disfunções do sistema vestibular que podem ser primárias ou as originárias de outros órgãos, chamadas de secundárias. As causas mais comuns destes tipos de desequilíbrios são: traumatismos de cabeça e pescoço, infecções (por bactérias ou vírus), drogas ou medicamentos (nicotina, cafeína, álcool, maconha ou "herba", anticoncepcionais, sedativos, tranqüilizantes, antidepressivos, antiinflamatórios, antibióticos, etc.), erros alimentares, tumores, envelhecimento, distúrbios vasculares (hiper ou hipotensão arterial, arteriosclerose), anemia, problemas cervicais, doenças do sistema nervoso central, alergias e distúrbios do foro psiquico.
         A descoberta da causa implica, muitas vezes, na realização de diversos exames complementares (sangue, urina, radiológico) ou avaliações em outras áreas médicas (endocrinologia, neurologia, cardiologia, psiquitria, ortopedia, reumatologia, etc.).
         As doenças que podem acometer os sistemas vestibular e auditivos, causando tonturas com ou sem outros sintomas como zumbido e surdez são bastante numerosas. Uma das mais comuns é conhecida por labirintite. A labirintite é uma enfermidade de rara ocorrência, caracterizada por uma infecção ou inflamação no labirinto, como sugere o sufixo –ite. O termo é utilizado de forma equivocada para designar todas as doenças do labirinto. Os termos labirintopatias, para designar as afecções do ouvido interno ou labirinto e vestibulopatias, para designar as afecções que acometem qualquer parte do sistema vestibular ou sistema de equilíbrio, são mais adequados. 
         Ainda dentro dessas doenças podemos citar a cinetose, também conhecida como mal do movimento, caracterizada pelo enjôo em navios e automóveis, doenças do ouvido médio e da tuba auditiva, causadas pela obstrução da tuba que geram zumbidos e a doença de meniere que são as crises vertiginosas com diminuição da audição seguida de uma pressão no ouvido.
         O tratamento é feito de maneira personalizada de acordo com o diagnóstico e com as necessidades de cada paciente, podendo incluir o uso de medicamentos, otoneurocirurgia e reabilitação vestibular, além de correção de erros alimentares, mudanças de hábito e de estilo de vida e aconselhamento psicológico quando necessário.
          A grande maioria dos pacientes (cerca de 90%) responde favoravelmente à terapia antivertiginosa. A maioria dos casos fica definitivamente curada. Outros melhoram significativamente, e apenas poucos casos são rebeldes ao tratamento. Nesses últimos casos, novas estratégias de tratamento podem ser aplicadas até obter-se o melhor resultado possível.
Dicas Para Evitar Vertigens e Tonturas
Corrigindo certos erros alimentares, vícios e outros factores, você pode prevenir a vertigem de origem labiríntica, provocada por alterações do labirinto (ouvido interno), órgão associado aos processos do equilíbrio e audição  ou se recuperar dela, caso já apresente problemas. Algumas recomendações gerais podem ser úteis, apesar de você ter de consultar previamente seu médico em alguns casos. Verifique:
Coma bem pela manhã, um pouco menos no almoço e muito menos à noite;
Não fique mais de
três horas no período diurno sem ingerir algum alimento;
Evite o uso de
carbohidratos de absorção rápida (açúcar refinado, demerara, cristal, mel). Use adoçantes e dietéticos, se necessário;
Massas e
comidas gordurosas devem ser limitadas a pequenas quantidades;
Coma devagar e
mastigue bem os alimentos;
Evite ou reduza muito a ingestão de
bebidas alcoólicas;
Estresse emocional, ansiedade e fadiga excessiva devem ser evitados tanto quanto possível;
Beba de quatro a seis copos de
água todos os dias;
Pare de fumar. Se não for possível, não fume mais de dez cigarros por dia;
Procure não beber mais de três
xícaras de café por dia;
Evite, sempre que possível, o uso de medicamentos potencialmente tóxicos labirínticos, como
antiinflamatórios não hormonais, diuréticos e moderadores de apetite, entre outros (consulte seu médico);
Não tome
remédios sem ordem médica;
Procure evitar repouso excessivo. Se possível,
ande pelo menos trinta minutos por dia, fora de casa e, de preferência, em lugares planos;
Se possível,
pratique exercícios físicos e desportos, com excepção dos de alto impacto ou rendimento
A digitopressão sobre pontos tais que 19,20 e 21 do Vaso Governador são potentissimos
 A terapia SacroCraneana usando toques suaves permite melhorar o funcionamento do sistema sacrocraneano o qual equilibra o funcionamento do sistema nervoso central e dos efeitos negativos do stress.
Vivamente aconselho a visita a um Profisional de Hipnose Clínica, certificado, é claro.